segunda-feira, 12 de novembro de 2007

PERGUNTA Nº 30 - E se o preço do petróleo continuar a aumentar?

Eu não sei como vai ser se o preço do petróleo continuar a subir desta maneira ou se um dia esse precioso líquido faltar definitivamente.
Bem sei que há energias alternativas e nós temos tudo o que é preciso.

Somos um País de fritos , desde as batatas até aos carapaus e até estamos "fritos" com as decisões deste governo, logo temos por aí muito óleo para transformar em Biodisel.

Temos vento com fartura e portanto a Energia Eólica está ao nosso alcance. As nossas paisagens já começam a ser marcadas pelas hélices gigantes.

Somos um país de sol portanto também temos a possibilidade de produzir Energia Solar.

Também temos muito mar que aproveitando-o bem nos dá Energia das ondas.

Se tudo isto falhar o que faremos com os nossos carrinhos?
Aqui está uma ideia:



É só ir ao nosso mecânico e fazer as necessárias transformações.

sábado, 10 de novembro de 2007

PERGUNTANº 29 - Teremos todos DUPLA PERSONALIDADE?

Aqui há dias em conversa já nem sei a que propósito, alguém me disse que tenho claramente duas personalidades.

Não é coisa que já não soubesse até porque dizem os entendidos nessas matérias que é uma das grandes características dos Gémeos. Eu que não sou nada dado a signos nunca acreditei muito nisso.

Mas nesta conversa veio à baila o pensamento Freudiano acerca do “EGO” e para complicar mais a conversa até se falou de “SUPEREGO”. Pelo meio apareceu o tal “ID”. E onde fico “EU” no meio disso tudo? Então a dupla personalidade manifesta-se em quase TUDO? Em todos? Só nos Gémeos como eu?

O que escrevo aqui pode não ter nada a ver comigo. Pelo lado inverso aquilo que eu sou pode não ter nada a ver com o que escrevo aqui. Pode parecer a mesma coisa mas se calhar não é. Se não sou o que escrevo aqui porque é que gosto que me comentem e que me visitem? Se a minha “consciência inferior” isto é, o meu EGO se satisfaz é porque aquilo que escrevo tem alguma coisa que ver comigo. Com a minha “consciência superior” isto é, EU.

Mesmo que o EGO seja a minha parte mais superficial e por isso mesmo consciente ele gosta de satisfazer e EU fico satisfeito com isso. O problema é que tudo que satisfaz o meu EGO é para agradar ao ID esse grande inconsciente. Não sei nem sinto que ele existe mas tenho de o alimentar. Está mal! E ainda por cima o meu EGO tem essa necessidade estúpida de satisfazer o ID mas de acordo com as regras do SUPEREGO. Essa é que não posso aceitar.

O cuidado é mesmo tentar que o EGO não se submeta ao ID senão lá passarei EU a ser um IMORAL, nem ao SUPEREGO senão a loucura está a dois passos de distância. Ah! E devo dizer que esse tal SUPEREGO é o censor.


E segundo dizia o Segismundo, preferencialmente censor sexual. Mas que se lixe, não quero ir por aí. Ele que censure à sua vontade que EU tudo vou fazer para que o meu EGO não se submeta a nenhum deles. LIBERDADE seja sexual ou qualquer outra.

Não vai ser um qualquer auto denominado SUPEREGO que me vai escravizar. O tanas é que escraviza! No entanto o ID é importante! Dizem que é um reservatório de energia onde moram umas certas PULSÕES.

Pulsões? Pois é isso mesmo pulsões. São impulsos de energia que nos orientam. É com essas PULSÕES que somos ou brutos ou carinhosos por exemplo. Portanto influem no comportamento. Aí já se compreende que o SUPEREGO que não deve ser parvo nenhum quer assumir o controlo. Mas muitas vezes até nos dá jeito que assuma. A sociedade em que vivemos impõe-nos regras.

Se deixamos as PULSÕES passarem sem serem inspeccionadas pelo SUPEREGO somos capazes de fazer asneira, isto é, de colidir frontalmente com essas regras. É uma espécie de filtro para filtrar os “porreiro pá”…
É essa passagem do inconsciente para o consciente que se torna perigosa e temos a ajuda do camarada SUPEREGO para fazer a necessária separação. Mas ele que não abuse porque recalcamentos e frustrações não são bem-vindos.

Dupla personalidade dizia eu no início desta conversa. DUPLA PERSONALIDADE. É como se de um lado estivesse um eu ARTUR bonzinho e muito boa pessoa e do outro estivesse um JOÃO mauzinho e muito má pessoa. Com conscientes e inconscientes muito diferentes a conviverem dentro do mesmo corpo. E acho eu com dois SUPEREGO muito diferentes. Provavelmente um mais censor que outro. Provavelmente com EGOS a pedirem satisfações diferentes. E dentro do mesmo corpo? Não acredito!

Pois mas nessa conversa que mais parecia ser o divã de um psicanalista até se falou em Sócrates (que felizmente não era primeiro ministro de coisa nenhuma) e de Aristóteles.

Aí comecei a pensar que afinal este EU é mais complicado do que eu ando a pensar à dezenas de anos. Na verdade parte de mim é pela razão, como Sócrates. Outra parte não. Também acredito, como ele acreditava, que nos devemos centrar no nosso “desenvolvimento pessoal” em vez de nos concentrarmos na “riqueza”, muito embora as duas coisas possa possam coexistir sem que isso seja crime. Como Aristóteles (e Tales de Mileto) também sou pela lógica.

Sou profundamente pela lógica. E não me custa aceitar que me movo pelas suas quatro causas (Material, Formal, Motora e Final). EU não estou em contradição. Talvez o ARTUR seja mais isso que o JOÃO. Ou talvez seja o contrário sei lá.

E pronto esta foi a reflexão acerca da existência enquanto duas pessoas numa só.

Com uma a ser predominante sobre a outra? Não sei.
Com as duas a viverem em simultâneo no mesmo invólucro material? Não sei.

Muito provavelmente disse muitos disparates.
Mas mesmo assim gostava de ter a vossa opinião e talvez a resposta a estas perguntas inocentes:

Não somos todos assim?
Não temos atitudes e comportamentos diferentes perante situações diferentes?
Não é verdade que comportamento gera comportamento?


Se me agridem, agrido.
Se me tratam bem, trato bem.
Isso é dupla personalidade? (É um Artur e um João em luta intestina?)

Fiquem bem!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

PERGUNTA Nº 28 - Porque é que quem menos trabalha ou nada trabalha é que tem que lucrar com o trabalho dos outros?

O meu amigo Vasco de Lucena era o meu grande amigo, o amigo de toda a vida.

Nunca mais terei um amigo assim.
Era ele que dava à palavra amizade o seu verdadeiro significado.

Era um jovem de 92 anos quando resolveu partir sem avisar.

Um dia fiz esta aguarela.
Era o seu retrato.
Ou a tentativa de ser o seu retrato :)


O meu amigo morreu!
E agora? O que é que eu faço?

Sempre pensei quem com ele não aconteceria...

Era forte, era um amigo de aço!

Sempre pensei que a morte não o queria.

Era isso que ele sempre dizia

O meu amigo.

“A morte esqueceu-se de mim”

e eu convenci-me que sim

que ele estava a falar verdade!


O meu amigo morreu!

E eu não sei o que faço

Não acredito...

“A morte esqueceu-se de mim”

Porque me mentiste amigo?

Porque tem de ser assim?

Ainda havia espaço

Para o meu amigo!


O meu amigo morreu!

Adeus meu grande amigo Vasco de Lucena.

Adeus...



Era um homem multifacetado de grande valor.
Poeta (Poetava nas horas vagas), Pintor (Cursou Belas Artes e só não seguiu a carreira de Pintor porque, dizia ele, não queria ser superior ao seu pai Armando de Lucena mas pintou bastante e bem e sempre guardou a sua obra em casa), Professor de Historia de Arte (terminou a carreira na Antonio Arroio), Filósofo, Contador de Histórias (as tarde mágicas que passei a ouvi-lo...), Inventor (Inventou e construiu máquinas de projectar as suas pinturas a que chamava "Pintura em movimento" com jogos de luz e cor que depois passava a vídeo e que eu a seu pedido fazia uns sons que lhe davam um fundo musical que ele adorava).

Foi o meu Professor de Pintura. Aprendi tudo com ele.
A mistura de cores na palete, as pinceladas (que definem a personalidade do pintor), a composição e sobretudo a criatividade.

Dizia ele, copiar não. Invente Artur! E sobretudo não use fundos negros. Fica bonito sim mas é a facilidade e a criação não se compadece com a facilidade. Fundos negros NÃO!

Não podia partilhar convosco estas minhas aguarelas sem começar por falar um pouco do meu grande amigo VASCO DE LUCENA!

Lembram-se que lhes falei de Veneza? E da vontade que tenho de lá voltar? E é verdade. E lembro-me sempre da história que o Vasco contava sobre Veneza.

Dizia ele que um dia, durante o típico e obrigatório passeio de gôndola, apreciava tranquilamente a paisagem e de repente.... a água desapareceu. Totalmente. A gôndola ficou assente no chão. Em repouso.

Nisto... direito a ele apareceu em grande velocidade, um grande exército a cavalo. Dirigia-se a ele. Barulho, poeira e gritos. Era guerra? O que era? quando chegaram junto dele estacaram. Olharam-no. O Vasco começou a fazer perguntas. Eles respondiam. Falavam sobre as origens de Veneza.

Era uma tarde de calor. O Vasco só acordou quando a Maria Alice, sua mulher, o abanou a dizer-lhe que o passeio de gôndola tinha terminado... ainda demorou a percerber se o que lhe acontecera tinha sido imaginação sua ou... saímos da gôndola. Um calor abrasador. Eu bebi uma caneca de cerveja! que tarde de calor aquela...

Não tem que ver com Veneza mas também em Portugal temos coisas bonitas. Casinhas que se refletem na água e que dão vontade de comtemplar. Vale um poema. Ficar sentado apenas a ver.

As terras que vivem da pesca têm esse fascínio. Os barcos, o cheiro a peixe, as crianças que desde cêdo sabem o que são as dificulades da vida e que em sacrifício da sua formação escolar ajudam os pais na labuta diária.... A roupa a baloiçar numa corda sustentada por um pau improvisado ... É pobreza, eu sei...

É sempre assim. É quem mais trabalha que tem mais dificuldades. Tenho esperança que um dia vai ser diferente. quero acreditar que um dia vai ser diferente.


Essas as perguntas que deixo para reflexão.
Trabalho duro e importante para a economia do País é péssimamente remunerado. Porquê? Porque é que quem menos trabalha ou nada trabalha é que tem que lucrar com o trabalho dos outros?

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

HOJE NÃO ME APETECE FAZER PERGUNTAS

Pois é, hoje não me apetece mesmo fazer perguntas.
lembrei-me de partilhar, com quem me vem aqui visitar, alguns dos quadros que fui pintando e desenhando. São óleos, acrílicos, carvões.
Maluquices mas que me deram muito prazer fazer.
Misturar tintas e lançá-las na tela sem qualquer espécie de pretenciosismo.
Pegar num papel e num carvão e distraídamente ir rabiscando.

Alguns estão guardados, outros estão nas paredes cá de casa, não muitos porque o espaço não é muito e os móveis também ocupam o seu lugar.


Um dia já longínquo houve em Portugal uma revolução.
As espingardas em vez de balas tinham cravos.
Foi assim que conquistámos a democracia. Com cravos.
A pouco e pouco fomos crescendo e conquistanto a LIBERDADE.
Infelizmente há já muita gente, de memória muito muito curta que já se esqueceu de muita coisa que acontecia noutros tempos. É uma pena. Este quadro já esteve exposto no Centro Cultural Alves redil em Vila Franca de Xira. Quiseram comprá-lo. Recusei. Os filhos não se vendem.



No meu imaginário vejo uma silhueta de mulher. Nua? semi-nua? não tenho a certeza.
O que sei é que lá ao longe, muito ao longe, vejo um bando. Não sei que pássaros são nem para onde vão. Só sei que são muitos. São negros.
Também não sei onde estou nem que horas são mas sei que o sol queima. Também me apetece ficar nu.
A mulher, de bela silhueta, aponta para o bando extasiada como que a chamar-me a atenção... olha...olha.... e eu olho. E fico ali a olhar, como num sonho. Não tenho coragem de acordar... Não vou acordar!


As reuniões são sempre uma maçada. Muitas delas não servem para rigorosamente nada mas as pessoas reunem-se. Parece que as reuniões são o trabalho em si. Parece que sem reuniões não se pode trabalhar. parece que são úteis.
E até são porque durante as reuniões faz-se sempre qualquer coisa marginal de grande utilidade. Faz-se sempre qualquer coisa durante aqueles reles 95% em que se discutem coisas sem utilidade nenhuma. Eu aproveito sempre. Levo sempre papel em branco e um lápis...


Depois...ah! depois há sempre aqueles momentos em que não pensamos em nada. Não pensamos rigorosamente em nada.

Não nos apetece pensar em nada. E ninguém compreende! e acham estranho que quando nos perguntam em que estamos a pensar a resposta seja: EM NADA! e é verdade. Não estamos a pensar em nada.

E o comentário é invariavelmente o mesmo: Não estás a pensar em nada? Impossível... não queres é dizer! Olha estou a pensar numa flor a chorar.... (risos do outro lado)... não estás nada, respondem... e como estão enganados!


Mas algumas vezes até é verdade... estamos a pensar mas não queremos dizer em quê porque não vale a pena.

São pensamentos que vão para a origem da vida. Para a utilidade da vida. Será que serve para alguma coisa viver? qual é a utilidade? viver uns quantos anos e desaparecer? a quem serve esse fugaz momento?

Se gosto de viver? gosto.
Se gosto de morrer? nunca morri mas acho que não gosto.
E o problema é que desaparecer não vai depender de mim nem irão pedir a minha opinião. Vou ser obrigado a morrer. Nada mais estúpido. Eu devia ser ouvido!



E depois as recordações! Trabalho numa fábrica...
Trabalho numa fábrica há já muitos anos! Se gosto? gosto. Se já gostei mais? É verdade, já gostei mais.

Lembro-me dos amigos que já se foram. ainda hoje tive conhecimento de um amigo que se foi. O meu querido Peniche. Uma jóia de homem. Como eu gostava do doce Peniche!

Recordo a fábrica como era e gostava mais como ela era! Mas o tempo não volta para trás. O tempo nunca volta para trás... e recordo o por do sol. Como eu gosto desses fins de dia. Da tranquilidade. Da cor. Do cheiro. Sentar-me e olhar. Apenas olhar. Vale a pena...

E as recordações levam-me a Veneza...
Gostava de ter lá nascido... vivido... morrido...
É o melhor lugar do mundo. Não sei se tornarei a voltar lá mas gostava! É uma parvoíce eu sei, Veneza afinal está ali ao virar da esquina. desculpem a saloice!
É neste momento que me dou conta que estou para aqui armado no mais completo dos parvos.

Não posso fazer nada. De certeza que ninguém chegou até aqui portanto não chateei ninguém. O que me apetecia agora? Morrer! Exactamente. Morrer. E morria tranquilo. Era assim que se devia morrer sempre. Calmo e de consciência tranquila. Até amanhã!

domingo, 4 de novembro de 2007

PERGUNTA Nº 27 - Paços de Ferreira 1 - SLB 2

IMPRESSIONANTE !!!
Ainda na mesma 9ª jornada... a saga continua.

Primeiro transforma-se uma derrota do F.C.Porto em empate, agora transforma-se um empate do SLB em vitória.
E tudo continua como dantes.

Chamem-lhe o que quiserem que tanto faz, seja apito dourado, seja apito vermelho.

Quem mexe estes "cordelinhos"?
quem são os "patrões" do futebol Potuguês que têm o poder suficiente para "fabricarem" resultados?
Sou eu que estou a ver mal ou a exagerar?

VEM NOS JORNAIS...
aí está o Jogo a denunciar em letras garrafais:
FALSO LIVRE DÁ DOIS PONTOS!!!!

sábado, 3 de novembro de 2007

PERGUNTA Nº 26 - F.C.Porto 1 - Belenenses 1

Jogo referente à 9ª jornada do Campeonato Nacional de Futebol, da 1ª Divisão Nacional, 3 de Novembro do ano da graça de 2007, a hora não sei nem quero saber, nem é isso que interessa.

Interessa sim perguntar como é possível que o árbitro deste jogo e o seu auxiliar não tenham visto um fora de jogo MONUMENTAL que deu origem ao golo do F.C.Porto?



Não acredito que não tenham visto.
É humanamente impossível não terem visto!
E o mais grave é que ficam impunes.
Têm poder absoluto para fazerem o que quiserem falseando a verdade desportiva.
Assim não!

Podem ver o filminho no jornal O Jogo.

PERGUNTA Nº 25 - Quanto tempo vai durar o casamento do Pinto da Costa?

Ora muito bem.

O Paulo Sempre em comentário à PERGUNTA Nº24, propunha esta dúvida existencial!


Detesto meter-me na vida íntima dos outros que só aos outros pertence mas lembrei-me de Vinícius de Moraes e é uma boa oportunidade para trazer para aqui um (para mim) dos grandes vultos da poesia mundial:



“De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zêlo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.


Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e darramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contetentamento.


E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, pôsto que e chama
Mas que seja infinito enquanto dure.”


Vinicius de Moraes
Soneto da fidelidade


Quanto tempo vai durar o casamento do Pinto da Costa?
Que seja eterno enquanto dure!

PERGUNTA Nº 24 - Ordem: Não parar o jogo!


Pinto da Costa, goste-se ou não dele é um homem que toma decisões muitas vezes corajosas e que têm como objectivo único a defesa dos interesses do Clube do qual é Presidente incontestável. Não é a missão de qualquer um de nós na sua área de actividade? Não vou falar de "apitos" por que isso é outra guerra e não é o objectivo deste "post".

Pinto da Costa deu instruções aos seus jogadores (ou à equipa técnica, não sei como isso se processou) no sentido de NUNCA pararem o jogo por "lesão" de um jogador da equipa adversária. APLAUDO essa decisão e só tenho pena que outros clubes não lhe sigam o exemplo.

Não seria preciso justificar este meu acordo mas ainda assim justifico-a.
É sabido que quando uma equipa está a ter um resultado que lhe é favorável "inventa" lesões para ganhar tempo. É escandaloso! Na minha opinião é ao árbitro que cabe a decisão de parar o jogo se assim o entender e nunca aos jogadores.

Volto a dizer:
APLAUDO a decisão do Presidente do F.C.Porto.
Não devia ser sempre assim a bem da verdade desportiva?

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

PERGUNTANº 23 - Ordem dos Templários absolvida

O Papa Bento XVI "apenas" 700 anos depois admitiu que a Igreja Católica foi injusta para com
os cavaleiros da Ordem dos Templários.Os Templários foram banidos, perseguidos e condenados a morrer na fogueira, por heresia contra a Igreja Católica (Blasfémia e sodomia).
Pelos vistos era mentira e para agravar a situação na época até tinham sido absolvidos pelo Papa Clemente V.

Serve para quê "absolver" alguém700 anos depois?



Essa absolvição está escrita no "Pergaminho de Chinon"
que constitui os documentos desse julgamento. A história não anda muito longe do que se pratica nos nossos dias:

O Papa Clemente V devia favores ao Rei Filipe IV de França porque foi este que promoveu a sua ascenção a Papa. Filipe IV queria para si as terras e a fortuna dos Templários pelo que convenceu o Papa a não publicar o documento de absolvição. Olha que engraçado!

Escusado será dizer que a Igreja Católica declarou que o "Pergaminho de Chinon" se tinha "perdido". Esteve, curiosamente, "desaparecido" até aos nossos dias.

ApareceuFINALMENTE !!!
MILAGRE MILAGRE MILAGRE... 3 vezes (ou mais) MILAGRE !!!

E sabem porque apareceu agora? sabem? não calculam?
Eu digo: Foram feitas 800 cópias e... cada cópiazinha está a ser vendida por (pasmem), uns míseros... ...... 5900 € ......
Leram bem 5900 € (1200 contos). 800 cópias... bem... é fazer as contas. :)

Não é interessante?